domingo, 15 de maio de 2011

Para memória futura

Uma pequena amostragem da última táctica desta época, para "eternizar" estes jovens jogadores...

Até sempre!!!
http://prezi.com/cfwoijl_yqtu/tactica_jogo_nunalvares/

José António Moreira

terça-feira, 5 de abril de 2011

Leça do Balio, 2 - SCNA, 2

Onze inicial

Fábio
Miranda (juvenil)
Nunes
Ricardo
Cadani
Alexandre
Paulo Marques ( Cap)
Paulinho
Nuno
Guedes (juvenil)
Fábio Rocha

Suplentes
Ricardo (juvenil)
Rui Sousa
Filipe
Chaneto
Bruno
Tiago

Substituições
Miranda > < Rui Sousa 43'
Cadani > < Filipe 35'
Nuno > < Chaneto 43'
Alexandre > < Tiago 66'
Fábio Rocha > < NBruno 85'

Cartões

Amarelos:

Paulo Marques 60'
Chaneto 80'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ªParte

0 - 1 30' Paulo Marques
1 - 1 41'
2ª Parte

2 - 1  60
2 - 2  80' Auto-golo

Apreciação da equipa
Teve início a prova-extra que junta os sextos classificados das cinco séries disputadas ao longo da época, tendo a nossa equipa se deslocado a Leça do Balio para defrontar os juniores locais, num estádio com óptimas condições e com um piso em relvado sintético.


Resumidamente, devo dizer que, na minha opinião, a nossa equipa teve uma prestação mediana, mostrando não ser inferior ao seu antagonista, mas sem fazer uma partida das mais inspiradas. Não fomos tão fortes em matéria de posse de bola como gostaríamos, nem estivemos concentrados o suficiente para tirar proveito do adiantamento da linha defensiva do nosso adversário.

A manutenção da posse de bola foi dificultada, antes de mais, pelas características do terreno – em cuja velocidade da bola diferencia-se do seu rolamento num campo “pelado” como o nosso –, bem como pela proximidade das linhas da equipa do Leça do Balio, na medida em que a linha defensiva encostava na linha intermédia, congestionando muito aquela zona do campo, cenário que levava a muitas perdas de bola.

O adiantamento da defesa adversária poderia ter sido melhor aproveitada por nós, não fora o assincronismo verificado entre o jogador que fazia o passe e o colega que se desmarcava em ruptura. Caímos, assim, demasiadas vezes em fora-de-jogo, quando deveríamos ser capazes de usufruir do facto do nosso adversário ter-se exposto bastante, já que arriscou muito ao bascular a sua defesa até próximo da linha de meio-campo, sendo certo que reconheço nos nossos jogadores competências para delinearem “últimos passes”, bem assim como desmarcações em profundidade, para sentirem-se bem neste “ambiente” criado pelo opositor.

Em suma, devo destacar a entrega de todos, mas entendo dar destaque à exibição do Miranda (um juvenil que tem feito uma grande época), sempre muito concentrado a defender, assim como a prestação do Nunes, a qual, na minha análise, foi a mais conseguida da equipa, atendendo a que desempenhou muito bem as coberturas defensivas aos seus colegas, fazendo uso de uma velocidade e leitura de jogo muito apreciáveis.

Parabéns a todos! Vamos treinar bem esta semana, para tentar ganhar ao Marco, no próximo sábado.

Saudações desportivas,



José António Moreira

segunda-feira, 7 de março de 2011

SCNA, 4 - Cete, 1

Onze inicial
Ricardo (juvenil)
Cadani
Nunes
Bruno
Ricardo
Rui Sousa
Rúben
Alexandre
João Costa
Paulo Marques ( Cap)
Tiago

Suplentes
Paulinho
Chaneto
Filipe
Nuno
Fábio Rocha

Substituições
Bruno > < Paulinho 44'
Tiago > < Chaneto 44'
Alexandre > < Fábio Rocha 44'
Rúben > < Nuno 54'
Ricardo > < Filipe 60'

Cartões

Amarelos:
Rui Sousa 80'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ªParte
1 - 0  Rúben
2 - 0  Rúben
3 - 0  Rúben
2ª Parte
4 - 0 Filipe
4 - 1

Apreciação da equipa
Bom, lá se findou mais um campeonato, como sempre, de uma forma muito célere, tal é o nosso envolvimento e a nossa paixão pelo futebol em geral, e pela nossa realidade futebolística em particular.
Quedámo-nos por uma posição intermédia na tabela classificativa, mas, passe a imodéstia, acredito que merecíamos uma posição mais cimeira, mais consentânea com o nosso valor, sem embargo de reconhecer que o futebol não se compadece deste tipo de abordagens.

Ainda assim, convém realçar que o nosso propósito não assenta exclusivamente na consecução de vitórias, mas também na assimilação de competências por parte dos atletas, que lhes permitam tornar-se mais competitivos no seu percurso desportivo e, desejavelmente, nas suas vidas profissional, social e familiar.

Quero crer que, de um modo geral, foi alocada a estes rapazes – quanto mais não seja – uma outra forma de ver o futebol, isto é, todos os treinadores são diferentes, pelo que, para o bem e para o mal, cada um transmite as suas ideias, cabendo aos jogadores filtrarem as que entendem melhor servir a sua realidade.

Os meus jogadores gostam de me conotar – enquanto treinador – como fazendo uso de uma postura bastante condescendente. É certo que privilegio bastante um relacionamento de amizade com todos eles, mas a minha postura vai de encontro àquilo que eu entendo ser o mais apropriado para a sua “inclusão” no grupo e para o seu crescimento enquanto homens, acreditando (como eu acredito) que um treinador deve contrariar o velho adágio popular de que “não basta sê-lo, tem que parecê-lo”, ou seja, os jovens são muito bons a “rastrear” o treinador, condição que, do meu ponto de vista, faz com que o “Mister” “mais do que parecê-lo, tem que o ser”, sob pena de não conseguir granjear o respeito e a admiração dos seus jogadores.

Não posso deixar de enfatizar sempre que muitas das minhas acções procuram adequar-se ao cenário (entenda-se clube e escalão) em que estamos inseridos. Outras realidades merecerão, porventura, outro tratamento…

Reportando-me ao jogo de domingo, com o Cete, digo, sucintamente, que foi uma vitória justa, da equipa que melhor domina o jogo. Destacou-se o Rúben, pelos três golos que marcou, prémio bem merecido para este humilde rapaz, que tanto evoluiu em apenas duas épocas. É dos jogadores mais fortes na concentração táctica, aplicando como nenhum outro colega o momento da transição defensiva, qualidade sempre muito difícil de incutir nos atletas. Esta característica do Rúben denota, desde logo, um sentido colectivo enormíssimo, que o leva a socorrer os seus colegas nos momentos de perda de bola. Parabéns Rúben!

Destaco, igualmente, o golo do Filipe, não pelo golo em si, mas pela sua atitude de vir festejar comigo o golo obtido. Obviamente que, sem prejuízo da minha alegria sempre que tal acontece, o meu destaque não decorre dessa “confraternização” comigo, mas sim do facto deste ter sido o atleta que menos tempo jogou nesta partida e tal não o conduziu a uma postura de “amuo”, bem pelo contrário, o Filipe entrou envolto em vontade e alegria de jogar, que se traduziu em todo aquele contentamento sequencial ao seu golo obtido. O Filipe bem o merece, também, dada a sua atitude ao longo da época!

Muito mais haveria (e haverá) ainda para dizer, mas fico-me por aqui, deixando os parabéns a todas as equipas que participaram neste campeonato, com especial destaque para o líder Marco.

Saudações desportivas,

José António Moreira

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Alpendorada, 1 - SCNA, 2

Onze inicial
Fábio
Cadani
Nunes
Paulinho
Ricardo
Alexandre
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Guedes (juvenil)
Tiago
João Costa

Suplentes
Rui Sousa
Filipe
Chaneto
Bruno
Nuno

Substituições
João Costa > < Chaneto 44'
Tiago > < Filipe 44'
Alexandre > < Rui Sousa 60'
Paulo Marques > < Nuno 65'

Cartões

Amarelos:
Guedes 90+1'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ªParte
1 - 0 3'
1 - 1 11' Tiago / João Costa

2ª Parte
1 - 2 90+1' Guedes

Apreciação da equipa
Quem assistiu a esta partida em Alpendorada – e não conhecia a nossa equipa – deve ter atribuído o desfavorável desenrolar do jogo para o nosso antagonista como resultante de um dia de menor inspiração. Mas quem conhece o real valor dos meus atletas sabe que a superioridade evidenciada não decorre do acaso, mas sim da qualidade que a nossa equipa possui, desde que num cenário motivacional propício a que a mesma expurgue todas as suas competências.


Este jogo até começou de um modo negativo para nós, na medida em que sofremos um golo logo nos minutos iniciais do encontro, porém, a nossa reacção foi excelente e passámos a desenhar todo o nosso “jogar”, com uma alegria e um sentido colectivo dignos de realce, condição que fez com que a nossa equipa se revelasse a mais competente e a mais capaz de traduzir o seu ascendente em oportunidades de golo.

Num campo cujas dimensões se assemelham às do nosso terreno de jogo, começámos a “pisotear” todos os seus recantos, traçando jogadas que se socorriam de uma boa mobilidade e de uma qualidade de passe apreciável. A nossa linha defensiva assumiu uma postura arrojada e encostou na linha intermédia, ajudando a criar superioridade numérica na conquista da bola e na transição ofensiva, preferencialmente, em segurança.

Foi num lance de transição ofensiva que o Guedes “queimou linhas” muito bem, até encontrar o Tiago numa desmarcação em largura e fazendo-lhe um passe soberbo que foi muito bem sequenciado pelo nosso atacante, com um chapéu ao guarda-redes, tendo o João Costa “validado” o golo quando a bola se dirigia para o fundo das redes.

Registo que a boa exibição prolongou-se por todo o jogo, não obstante as habituais substituições realizadas, tendo os jogadores entrados se integrado muito bem no ritmo da equipa.

Todos os jogadores se exibiram, então, em bom plano, mas só quero registar uns aspectos que muito me agradam:

• A participação – com boa exibição – do Alexandre, que é um atleta que tem tido sempre uma postura exemplar;

• A continuidade das boas exibições por parte do Ricardo – outro jovem que me alegra ver jogar bem, tal é a sua humildade;

• O golo repartido pelo Tiago e pelo João – o Tiago por ser o seu (merecido) primeiro golo e o João pelo seu regresso; e

• O grande jogo do (juvenil) Guedes, não me tendo escapado os quilómetros percorridos durante a partida, em permanentes transições, e com a qualidade que se lhe reconhece, tendo sido premiado com a marcação do golo da vitória. Com este sentido, este rapaz tem futuro.

Há jogadores que não foram mencionados, mas tal não deslustra a sua qualidade exibicional, como sejam os casos do Paulo Marques, do Nunes, do Rúben e do Paulinho, atletas dos quais já esperamos estas competências.

Em suma, foi óptimo termos regressado às vitórias e termos dado mostras da nossa valia perante um adversário que ocupa os primeiros lugares da tabela classificativa. Volto a reafirmar o que disse na semana passada: não fora a menor capacidade para combatermos as adversidades “emocionais” que se nos depararam durante muitos jogos e estaríamos a ocupar o topo da classificação, atenta a nossa qualidade de jogo. Mas o futebol é isto…

Reitero a minha admiração por estes jogadores e conto terminar o campeonato com uma vitória sobre o Cête, no próximo Domingo.

Saudações desportivas,



José António Moreira

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Marco, 6 - SCNA, 0

Onze inicial

Ricardo (juvenil)
Cadani
Rui Sousa
Paulinho
Ricardo
Nunes
Pedrinho (juvenil)
Paulo Marques ( Cap)
Rúben
Fábio Rocha
Nuno

Suplentes
Guedes (juvenil)
Alexandre
Tiago
João Costa
Filipe
Chaneto

Substituições
Pedrinho > < Guedes 43'
Nuno > < Chaneto 43'
Paulinho > < João Costa 41'
Rui Sousa > < Alexandre 63'
Ricardo > < Filipe 71'

Cartões
Amarelos:
Rui Sousa 66'
Chaneto 76'
Cadani 86'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ªParte
1 - 0 33'

2ª Parte
2 - 0 59'
3 - 0 70'
4 - 0 78'
5 - 0 80'
6 - 0 84'

Apreciação da equipa
Depois de um ciclo de 6 vitórias consecutivas, e uma vez perdidas as aspirações aos dois primeiros lugares da tabela classificativa, vemo-nos, agora, envolvidos numa fase negativa, amealhando duas derrotas pesadas nestes dois últimos jogos.


Do meu ponto de vista, estes resultados não reflectem, de modo algum, a valia dos intervenientes, porquanto quero crer que tal é decorrente de índices motivacionais em face do percurso de cada uma das equipas neste campeonato.

A minha equipa, neste jogo com o Marco, foi capaz de evidenciar a sua capacidade futebolística até sofrer o segundo golo, a meia hora do fim da partida. Num piso com o qual não estamos tão familiarizados, conseguimos encostar – nomeadamente, no primeiro quarto de hora da segunda parte – o Marco ao seu terço defensivo, fazendo uso de uma apreciável organização ofensiva, com óptima mobilidade e qualidade de passe.

Quando sofremos o segundo golo, num remate de longa distância, veio ao de cima a nossa fragilidade motivacional, circunstância que fez com que o resultado caminhasse para valores nada condizentes com o valor relativo das equipas.

Eu penalizo-me, naturalmente, por não ser capaz de tornar estes rapazes mais fortes nesta matéria, parecendo-me que esta debilidade em termos de constância motivacional foi fatal para a tradução do nosso valor desportivo numa classificação concordante. Retrospectivamente, e sem esquecer algum “azar” com algumas actuações infelizes dos árbitros, temos que reconhecer que não soubemos contornar os momentos maus, intra-jogos e inter-jogos. Não foi por acaso que a maior parte das nossas vitórias foram consecutivas…

Finalmente, devo destacar a qualidade da equipa do Marco, entendendo que são a única equipa que nos superam (ainda que por pouco) no que respeita à interpretação das nuances do jogo pelas quais nos batemos e que assumimos como as mais indicadas para um correcto acervo de competências por parte dos nossos jovens, com vista ao seu desenvolvimento enquanto jogadores e enquanto homens.

Saudações desportivas,

José António

SCNA, 0 - Sobrado, 5

Onze inicial

Fábio
Filipe
Rui Sousa
Paulinho
Ricardo
Nunes
Cadani
Alexandre ( Cap)
Tiago
Fábio Rocha
Rúben

Suplentes
Guedes (juvenil)
Bruno
Pedrinho (juvenil)
João Costa
Nuno
Chaneto
Substituições
Tiago > < Guedes 28'
Filipe > < Chaneto 38'
Alexandre > < João Costa 41'
Fábio Rocha > < Pedrinho 63'
Rui Sousa > < Nuno 65'

Cartões
Amarelos:
Fábio Rocha 7'
Fábio 17'
Rui Sousa
Vermelhos
Fábio 17' (duplo amarelo)

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ªParte
0 - 1 17' (penalti)
0 - 2 35'
2ª Parte
0 - 3 52'
0 - 4 78'
0 - 5 79'
Apreciação da equipa
Perdoem-me os leitores deste blog, mas recuso-me a comentar esta partida, atendendo que a sua figura principal foi o árbitro.

Quando assim é, ou seja, quando o juíz do jogo se promove como a figura principal, muito pouco apetece dizer da componente desportiva.
É desolador quando uma personagem cuja postura deveria ser vista como um exemplo pelos atletas resolve enveredar por acções de intimidação, de falta de respeito e, até, de gozo para com aqueles que deveriam ser os protagonistas principais: os jogadores.
Enfim...lá temos nós que aturar estas posturas envoltas em arrogância, vindas de agentes que em nada dignificam uma actividade que é, ainda assim (e felizmente), empreendida com muita competência por muitos dos árbitros!
Sublinho, muito bem executada por muitos dos árbitros, que fazem da humildade, respeito e educação as suas armas!

Saudações desportivas,

José António Moreira

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sobreirense, 3 - SCNA, 1

Onze inicial

Fábio
Cadani
Nunes
Paulinho
Ricardo
Rui Sousa
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Guedes (juvenil)
Fábio Rocha

Suplentes
Ricardo (juvenil)
Alexandre
Tiago
Filipe
Nuno
Chaneto

Substituições

Ricardo > < Chaneto 41'
Paulinho > < Nuno 68'
Rui Sousa > < Filipe 80'

Cartões

Amarelos:
Paulo Marques 31'
Pedro Costa 37'
Guedes 40'
Paulinho 65'
Vermelhos:
Paulo Marques 63' (duplo amarelo)
Pedro Costa 69'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

0 - 1 14' Paulo Marques (penalti)

2ª Parte
1 - 1  65'
2 - 1  67'
3 - 1  90+2
Apreciação da equipa
Depois de uma série de 6 jogos vitoriosos, eis que voltámos a conhecer o sabor amargo da derrota nesta partida na Sobreira. A exemplo do acontecido em anteriores jogos deste nosso campeonato, vimos, mais uma vez, o resultado do jogo decidido por via de interpretações revestidas de subjectividade, nas quais não nos revemos e nos sentimos, até, bastante lesados.


Essas interpretações estão, naturalmente, associadas a decisões das equipas de arbitragem, cujos reflexos no rendimento do nosso conjunto se mostrou determinante para o nosso insucesso em alguns jogos, atenta a escala em que estamos inseridos. Temos que fazer uma análise fria de tudo isto e reconhecer que, para uma equipa como a nossa – que não prima, obviamente, pelo equilíbrio qualitativo em matéria de plantel – se revela muito difícil contornar a ausência de alguns atletas.

Nestes termos, dados os castigos que já atingiram o nosso plantel, o peso deste factor, do meu ponto de vista, conduziu-nos a dissabores que, num cenário diferente não ocorreriam. Pode-se rebater aqui os 6 jogos de castigo atribuídos ao Rui Sousa na primeira jornada, por o árbitro ter ajuizado que este chutou a bola com a intenção de o atingir, sendo que a confusão que estava instalada prendia-se com uma atitude de arrogância do nosso adversário, a seguir à marcação do seu segundo golo. Ou seja, não havia qualquer tipo de desagrado com o árbitro para o Rui tencionar chutar a bola contra si…

No jogo contra o União de Sousa, em sua casa, o árbitro auxiliar entendeu que o Rúben (após cair em cima do seu opositor, depois de o tentar driblar) calcou propositadamente um jogador adversário, sendo castigado com 2 jogos de suspensão!!

No jogo em casa contra o Sobreirense, um outro (sábio) auxiliar deu indicações para o expulsão do Paulo Marques, depois de ficar muito “chocado” com um gesto deste nosso atleta, numa fase subsequente a ter-mos sofrido o golo da derrota e conscientes de que esse mesmo árbitro auxiliar tinha errado descaradamente no golo que deu o empate ao Sobreirense a findar a primeira parte desse encontro.

Depois de atravessarmos um período sem casos e que – por coincidência!!! – redundou em seis jogos a ganhar, chegou o jogo de ontem, no Sobreirense, no qual me parece que fomos prejudicados por um trio de arbitragem excessivamente zeloso para conviver com a emotividade adstrita a um derby desta natureza.

Quero, contudo, deixar bem claro que entendo que a arbitragem procurou manter-se coerente e não teve como premissa prejudicar ninguém. Não obstante, fico extremamente desagradado por ver a minha equipa ver-se privada do seu capitão e elemento reconhecido por todos como preponderante na manobra da nossa equipa, por força de dois lances sobejamente conhecidos nas lides do futebol: na primeira parte, o jogador do Sobreirense (André) chutou a bola contra o Paulo Marques e obteve a cumplicidade do árbitro para “roubar” um cartão ao meu atleta; na segunda parte (e com a nossa equipa em vantagem), o árbitro apitou e, acto contínuo, o Paulo deu um pequeno toque na bola, acto zelosamente conotado pelo juiz como merecedor do segundo amarelo e consequente expulsão!!!

Mas se o árbitro primava pela rigidez na sua análise, ainda assim, não foi tão “severo” no ajuizamento do lance que resultou no penálty que originou o empate na partida, na medida em que a indicação para a marca da grande penalidade foi assumida pelo seu auxiliar!

Passados dois minutos, outro penálti (este pareceu-me justo) e, percorridos mais dois minutos, expulsão do Pedro Costa (também entendida como correcta), vendo-nos nós, num espaço de menos de dez minutos, com menos duas unidades em campo e em desvantagem no marcador…

Defronte de um quadro destes, restava-nos fazer uso de uma capacidade de luta e de lucidez que se impunha naquele momento, situação que veio a ocorrer. Orgulho-me da postura dos meus jogadores nessa fase da partida, os quais conseguiram (com menos dois jogadores!!!) encostar o antagonista à sua zona defensiva, tendo conseguido fabricar jogadas com perigo que poderiam ter dado o empate no encontro. Tendo presente a nossa ousada postura, muito subidos no terreno e, por vezes, com inferioridade numérica defensiva, o Sobreirense acabaria por marcar o terceiro golo já nos descontos.

Em resumo, confesso que fiquei muito triste com o resultado, mas contente com uma grande parte do que foi feito pelos meus jogadores nesta partida, mostrando, na minha perspectiva, a valia da nossa equipa. Acho que todos reconhecem que a nossa posição na tabela não é condizente com o nosso valor, mas isso deve-se ao lado “caótico” deste desporto que, em determinadas alturas, resolve não pender para o nosso lado…

Esta derrota hipotecou as nossas possibilidades de nos chegarmos à frente da classificação, mas temos ainda como premissa evidenciar nos jogos que restam toda a nossa qualidade perante adversários que ocupam os primeiros lugares.

A mim, cabe-me, então, ter uma atitude racional e analisar com frieza as variáveis que deverão robustecer o crescimento destes jovens, pelo que devo publicitar neste espaço a minha alegria por verificar que alguns dos ensinamentos passados foram apreendidos pelos jogadores e que somos nesta altura uma equipa com uma identidade e que sabe aquilo que quer.

Combino, assim, um sentimento de orgulho e de amizade por estes rapazes, que merecerão, por certo, um espaço privilegiado no meu álbum de recordações da carreira de treinador.

Certo que estou da celeridade destes momentos, procuro saboreá-los com enorme prazer!

Saudações desportivas,


José António

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

S C Nun´Álvares, 5 - União do Sousa, 0

Onze inicial

Fábio
Cadani
Bruno
Paulinho
Ricardo
Rui Sousa
Ruben
Paulo Marques ( Cap)
Rodrigues
Fábio Rocha
Chaneto

Suplentes

Alexandre
Tiago
Filipe
Guedes
Pedro
Nuno

Substituições

Bruno > < Alexandre
Chaneto > < Nuno
Rodrigues > < Guedes
Ruben > < Tiago
Ricardo > < Filipe

Disciplina

Amarelos:

Vermelhos:

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte
1 - 0 33` Ruben
2 - 0 34 (Pb)

2ª Parte

3 - 0
4 - 0
5 - 0

Apreciação da Equipa
Este jogo resume-se a mais uma vitória meritória e inquestionável destes maravilhosos jogadores, cuja postura nestas partidas mais recentes tem vincado a qualidade tão apregoada por mim ao longo destes comentários.
Fico feliz por eles não se terem deixado abater pelos maus resultados da primeira volta, mantendo a fé nos desígnios de jogo traçados para esta equipa, condição que lhes está a valer este conjunto de vitórias consecutivas.
Nestes termos, faço votos para que este quadro de alegria se prolongue por mais semanas, desde logo, ganhando o próximo jogo na Sobreira, perante um adversário que segue à nossa frente, para além de todo o cariz adverso de rivalidade que envolverá essa partida.
Mas é destes jogos que os jogadores gostam e onde se destacam os melhores...e como eu sei que os meus jogadores são melhores, estou confiante na nossa vitória, consciente, porém, que o futebol é pródigo em injustiças e que nem sempre quem tem mais competências é que ganha. Mas, talvez por isso, é que é o melhor desporto do mundo!

Saudações desportivas,

José António

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Rio de Moinhos, 0 - SCNA, 3

Onze inicial

Fábio
Cadani
Paulinho
Nunes
Ricardo
Rui Sousa
Nuno
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Fábio Rocha
Chaneto

Suplentes
Alexandre
Rodrigues (juvenil)
Bruno
Tiago
Filipe

Substituições
Nuno > < Filipe 42'
Chaneto > < Tiago 83'
Filipe > < Alexandre 86'

Disciplina

Amarelos:

Cadani 27'

Pedro Costa 52'


Vermelhos:
Pedro Costa 60' (duplo amarelo)
Nunes 85'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

0 - 1 10' Pedro Costa

2ª Parte
0 - 2 56' Chaneto

0 - 3 71' Fábio Rocha

Apreciação da Equipa
Num dia pouco propício para a prática do futebol, dado o vento que se fazia sentir, a nossa equipa foi a Rio de Moinhos mostrar que quer continuar num quadro vitorioso, por forma a “reajustar” a sua posição na tabela classificativa de acordo com o valor que estes jogadores possuem.


É uma alegria para mim verificar a consolidação do valor destes jovens, agora também em matéria de resultado desportivo, certo que estava da sua valia no que concerne a muitas das variáveis adstritas ao que deve ser um jogador de futebol. Poder-se-ia pensar – quando afirmei que esta segunda volta ia trazer uma equipa surpreendente para muitos – que as minhas palavras eram um “lugar-comum” e que visavam, sobretudo, motivar estes rapazes, mas, sem embargo deste constituir, naturalmente, um dos meus propósitos, cá estão os famigerados resultados e a subsequente subida na tabela classificativa.

Esta equipa não quer ficar por aqui e estou certo que vamos manter este ciclo de vitórias por mais umas jornadas, conscientes que estamos que, a não ser assim, não conseguiremos ficar numa posição consentânea com a qualidade colectiva e individual deste grupo.

No jogo em Rio de Moinhos estes jogadores deram uma lição fantástica de sentido colectivo, de atitude, de rigor táctico e de sentido estratégico. Repare-se que, até na escolha do campo, foi pensada a melhor situação para favorecer o nosso jogo, optando-se por começar a jogar a favor do vento, no sentido procurar, desde cedo, passar para a frente do marcador. Tal viria a acontecer e acabámos a primeira parte a vencer por uma bola a zero.

Na segunda metade, adaptámos o nosso posicionamento, sabendo de antemão que a bola ganharia muita velocidade perante os passes que o adversário faria para as costas da nossa defesa, facto que levou a ajustar o nosso bloco tendo em conta essa premissa. O adversário nunca conseguiu, assim, criar situações de perigo neste tipo de lances. Em contraponto, sabíamos que poderíamos, agora, servir os nossos jogadores mais adiantados através de passes com mais violência, na medida em que o vento travaria a bola e ajudaria a que a mesma “parasse” entre a defesa adversária e o seu guarda-redes, sendo que o nosso segundo golo resultou de uma situação deste tipo, muito bem aproveitada pelo Chaneto (Nélson Diogo).

Foi, então, um jogo em que os meus jogadores superaram as melhores expectativas que eu tinha quanto ao seu desempenho, desdobrando-se em esforços para me darem a alegria de dar-mos seguimento às vitórias consecutivas (já lá vão cinco!).

Fábio – Concentrado e muito seguro em todas as acções em que foi chamado a intervir. Bom posicionamento, basculando vertical e lateralmente nos termos que lhe é pedido.

Cadani – Excelente jogador, com uma atitude e qualidade que me dão por satisfeito pelo seu aparecimento no nosso seio. Muito bem nas acções defensivas e sempre muito afoito na tentativa de conferir profundidade ao seu flanco.

Paulinho – Contrariamente ao modo como tem treinado, o Paulinho foi senhor de uma concentração e agressividade defensivas, que muito ajudaram na segurança evidenciada por este sector neste jogo. Qualidade não lhe falta…

Nunes – Outro jogador que fez um jogo estupendo, fazendo uso do seu poder de antecipação, o qual, combinado com a sua característica agressividade defensiva, faz dele um defesa acima da média para a nossa escala. Mas eu ainda quero mais…e aquele vermelho a terminar o jogo…

Ricardo – O Ricardo cumpriu os noventa minutos, muito por via do nível exibido nos minutos que jogou contra o Baltar e pela forma como se bateu nesta partida. Está em boa forma e eu espero que ele continue neste caminho, sendo certo que tem que melhorar cada vez mais a sua concentração defensiva. É um óptimo rapaz e merece estar a atravessar um bom momento. A equipa agradece.

Rui Sousa – Outro jogador que realizou uma exibição importante para a nossa vitória, funcionando mais na figura de “trinco” do que de “pivot defensivo”. Nesta tarefa, mostrou-se muito atento nas operações de coberturas defensiva e ofensiva aos sectores intermédio e defensivo.

Nuno – Parecendo, por vezes, arredado do jogo, foi determinante, contudo, na execução do passe que deu o primeiro golo à nossa equipa, apontado pelo Pedro Costa. Ele sabe que pode dar mais, principalmente, nas transições defensivas.

Paulo Marques – É conhecido que este jogador me enche as medidas, tais são as suas valências. Para além de todos os seus actos que envolveram a sua habitual boa execução de passe, a sua capacidade de recepção e o seu jogo aéreo, é delicioso constatar os caminhos que percorre, sempre com grande intensidade, interceptando imensas bolas e delineando óptimas transições ofensivas. Espectáculo!

Pedro Costa – Determinante no golo obtido, tendo sido o único que conseguiu acompanhar a velocidade da bola na direcção da baliza adversária, a qual ia impelida pela força do vento. Muito combativo. Pena que tenha sido expulso de um modo inglório. O futebol é assim…

Fábio Rocha – É um jogador com uma forma peculiar de estar no grupo, tendo-se vindo a revelar um elemento importante para nós, atenta a sua categoria e vontade de vencer. Marcou mais um golo e lutou muito, ajudando a equipa na conquista de mais uma vitória.

Chaneto – Mais compenetrado no jogo que na última partida, foi capaz de estar mais “presente” no dito “6º momento” do jogo. Marcou um bom golo e “ganhou” uma expulsão do guarda-redes adversário.

Filipe – Mais uma boa entrada em campo deste atleta, dando, mais uma vez, a indicação de que nos pode ajudar a ganhar jogos. Os seus movimentos têm cada vez mais subjacentes as nossas directrizes de jogo. Parabéns!

Tiago – Jogou pouco tempo, mas entrou com a sua habitual combatividade. Na próxima jogará mais…

Alexandre – É o jogador que, porventura, melhor sabe estar em grupo. Veio de uma lesão, mas jogou um bocadinho para o premiar por mais um aniversário. Parabéns, Alexandre, pela tua postura!

Em suma, os meus parabéns a todos, também, ainda, para o Bruno e para o Rodrigues, atendendo que estes rapazes fizeram um esforço de se levantarem cedo para…não jogarem.

Vamos continuar a ganhar e a jogar bem! Gosto muito de vocês!


José António

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

SCNA, 5 - Baltar, 2

Onze inicial


Fábio
Cadani
Paulinho
Nunes
Chaneto
Alexandre
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Tiago
Fábio Rocha
Nuno

Suplentes

Ricardo
Filipe
Pedro Costa
Bruno
Rui Sousa
Substituições

Rui Sousa > < Alexandre 30'
Tiago > < Pedro Costa 39'
Nuno > < Ricardo 42'
Chaneto > < Filipe 72'
Cadani > < 83' Bruno 83'

Disciplina

Amarelos:
Chaneto 30'
Paulo Marques 55'
Fábio Rocha 81'
Rui Sousa 86'
Nunes 86'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

1 - 0 4' Nuno
2 - 0 7' Paulo Marques
2 - 1 9'
2ª Parte

2 - 2 53'
3 - 2 72' Fábio Rocha
4 - 2 77' Filipe
5 - 2 81' Fábio Rocha

Apreciação da Equipa
Este jogo com o Baltar era encarado por nós, no campo teórico, como constituindo uma forte possibilidade de dar-mos continuidade ao ciclo vitorioso que estamos a viver nesta fase da época, expectativas que não saíram goradas, não obstante os calafrios que acabámos por passar em determinado período da partida.


As coisas até começaram facilitadas, na medida em que aos 7 minutos de jogo já ganhávamos por 2-0, mas acabariam por se complicar com a redução do marcador logo de seguida por parte do Baltar, levando a que o nosso antagonista acreditasse na possibilidade de chegar ao empate, cenário que veio a ocorrer no início da segunda parte.

Paradoxalmente, nada melhor nos poderia ter acontecido, uma vez que esse golo do adversário foi o “clic” que nos fez despertar para uma meia hora final de grande nível, aí sim, praticando o futebol que a todos nos agrada e para o qual concorrem os nossos esforços. Foram 30 minutos em que fomos muito fortes em matéria de organização ofensiva, fazendo uso de uma mobilidade e de uma capacidade de passe e de finalização, que nos proporcionaram três golos e outros tantos momentos de alegria.

Estes três golos resultaram de uma aplicação correcta do passe em ruptura no momento certo, em claro sincronismo com a desmarcação em profundidade do colega de equipa. Dois destes golos decorreram de uma “desorganização” no sector defensivo provocada pelo nosso ponta-de-lança (Pedro Costa), o qual arrastou os centrais para fora da zona de finalização, espaço muito bem “preenchido” pelo Fábio Rocha, que apareceu ofensivamente agressivo a fazer dois golos importantes.

Registe-se, igualmente, o grande golo do Paulo Marques e o golo também muito bem conseguido pelo Filipe, que aproveitou muito bem um excelente passe do nosso capitão, recepcionado a bola de forma orientada para evitar o defesa opositor e facilitar a execução final.

Já agora, começo por enaltecer a excelente entrada do Filipe em jogo, depois de esperar ansiosamente no banco por essa entrada, sendo premiado com a obtenção de um golo, confirmando que qualquer atleta, mesmo iniciando o jogo no banco, poderá ser decisivo na partida.

Uma palavra para a “reiterada” qualidade apresentada pelo Paulo Marques, fazendo uso – para além de tudo o resto – de uma capacidade de execução ao nível dos “passes camuflados”, três dos quais culminaram em golo! Os meus parabéns!

Saliento, igualmente, a boa segunda parte do Fábio Rocha (Fabiani II), revelando-se decisivo neste jogo, destacando a grande execução do seu primeiro golo, envolta numa vontade elogiável de ganhar! Merece destaque a atitude deste jogador, integrando-se muito bem no seio deste grupo e mostrando que foi uma mais-valia que chegou ao nosso conjunto esta época.

Por falar em chegadas ao clube positivas, relevo a estreia do Cadani nos jogos em casa, dando nota de que a sua qualidade é inegável e que nos vai ajudar bastante nesta segunda metade da época.

O Nunes e o Paulinho fizeram mais uma bela exibição; pena é não gostarem de actuar naquela posição e não procurarem evoluir ainda mais, condição que leva, por vezes, a cometerem alguns erros cujas capacidades de cada um evitaria que tal acontecesse. Eles dispõem de características técnicas e físicas muito apreciáveis para poderem aplicar os aspectos tácticos em bom nível, mas falta-lhes granjear mais vontade para quererem assimilar este capítulo determinante no futebol.

Por último, o meu reconhecimento para a permanente aplicação e qualidade do Rúben; impressionante o seu sentido colectivo! E para a boa actuação do Ricardo, que muito contribuiu para a solidez defensiva verificada na segunda metade do encontro, atendendo que o jogador do Baltar que actuou sobre a direita estava a desequilibrar bastante.

Por conseguinte, quero agradecer a todos o facto de manterem, com esta vitória, a chama no seio da equipa, e cimentando a minha ideia preconizada há umas jornadas atrás, na qual eu antevia que iríamos fazer uma segunda volta surpreendente!

Temos, no próximo sábado, um forte teste, em Rio de Moinhos, para aferir este nosso crescimento. Uma vitória nossa será magnífico! Vamos dar tudo! Gosto muito de vocês!

Saudações desportivas,

José António Moreira

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Paço de Sousa, 0 - SCNA, 7

Onze inicial

Fábio
Cadani
Miranda
Nunes
Paulinho
Filipe
Nuno
Paulo Marques ( Cap)
Tiago
Fábio Rocha
Chaneto

Suplentes
Ricardo
Alexandre
Guedes (juvenil)
Pedro Costa
Bruno
Rúben
Ricardo
Substituições

Filipe > < Alexandre 42'
Tiago > < Pedro Costa 43'
Chaneto > < Rúben 43'
Nuno > < Guedes 53'
Miranda > < Ricardo 56'


Disciplina
Amarelo:

Tiago 41'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

0 - 1 12' Chaneto
0 - 2 17' Paulo Marques

2ª Parte

0 - 3  56' Fábio Rocha
0 - 4  61' Guedes
0 - 5  72' Pedro Costa
0 - 6  74' Auto-golo
0 - 7  75' Pedro Costa

APRECIAÇÃO DA EQUIPA
Um resultado tão expressivo, para ser conseguido, exige, naturalmente, que uma equipa cumpra, pelo menos, os “serviços mínimos”. Por conseguinte, os nossos jogadores merecem, sem dúvida, os meus elogios.



Neste tipo de jogos, em que, teoricamente, a vitória se avizinha facilitada, teme-se sempre que os atletas possam incorrer no erro de abordar a partida com um sentimento de menor aplicação e motivação, convidando, deste modo, ao aparecimento de um resultado inesperado.


Felizmente, tal não aconteceu neste jogo, sendo que os nossos jovens foram muito responsáveis e não embandeiraram em menosprezo pelo nosso antagonista, transportando para o terreno de jogo uma atitude merecedora de uma nota claramente positiva.


Todos os atletas tiveram uma prestação muito boa, mas gostaria de registar a estreia no escalão júnior do (juvenil) Miranda, cujas actuações no seu escalão, envoltas em concentração, qualidade e sentido colectivo, levaram a “requisitá-lo” para este jogo. Gostaria, igualmente, de assinalar a mais-valia que o mais recente reforço CADANI empresta ao nosso conjunto, batendo-se com enorme consistência táctica e decidindo sempre os seus movimentos em prol dos interesses da equipa.


Este elogio ao CADANI também serve para “censurar” outros atletas que possuem qualidades imensas, mas que não põem na perfeição os interesses da equipa à frente dos interesses individuais. É imperioso que o jogador entenda que o objectivo primeiro, sempre que tenha que tocar na bola, é tomar a melhor opção para não “emperrar” o jogo da equipa, optando bem pelo número de toques a dar e pelo tempo que deve reter a bola junto de si. Esta é a melhor forma do jogador brilhar. Lamentavelmente, muitos jogadores pensam que o melhor método para “tocar” o olhar do treinador e adeptos é por via de uma acção sempre “aflorada”.


Enalteço, porém, a melhoria que alguns atletas já registaram nessa matéria, se bem que ainda é possível melhorar mais.


Com efeito, estou muito agradado com estes jogadores, os quais estão a dar uma resposta positiva ao desafio colocado em termos de vitórias até ao final da época, e consolidando o que eu havia dito de que iríamos fazer uma segunda volta espectacular – também no que concerne a resultados desportivos.


Temos, então, três vitórias consecutivas, sendo que dispomos de dois jogos e outras tantas vitórias nesta segunda volta! E é para continuar, já no próximo sábado, contra o Baltar!


Fica, por fim, a frase do jogo do passado sábado, dita pelo treinador, já com o resultado em 0-7: “Quem marcar mais algum golo, dá três voltas ao campo no treino de terça-feira”! Ele há cada uma…


Saudações desportivas,



José António Moreira

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Votos de Boas Festas

É uma tentação natural para mim aproveitar este espaço para desejar a todos os atletas deste nosso clube um Feliz Natal e um ano de 2011 cheio de “vitórias”, atribuindo aqui ao conceito de “vitória” não somente uma conotação desportiva, mas, igualmente, uma concepção transversal em termos de vida familiar, social e profissional.


Não posso, naturalmente, deixar de estender estes meus votos aos meus colegas treinadores, bem assim como aos dirigentes do clube, aos nossos massagistas e a todos os funcionários. Por fim, uma saudação especial para os simpatizantes do SCNA, sem os quais os nossos jogos perderiam uma componente especial em matéria de motivação das nossas equipas.

Gostaria, igualmente, de vincar aqui algumas orientações motivacionais para o percurso de vida dos nossos atletas, as quais se “entrelaçam” com muitas das nossas referências de jogo, permitindo-me expor neste espaço essas analogias:

• É meu desejo que os nossos jovens sejam capazes de gerir as situações de injustiça nas quais se vejam envolvidos nas suas vidas, não se socorrendo de “actos de indisciplina”;

• Importa que estes jogadores acomodem a “mobilidade” exigida para que, desta feita, facilitem o trabalho da equipa / empresa onde estão inseridos;

• Mostra-se determinante que estes rapazes apliquem no seu dia-a-dia, de forma equilibrada, o binómio “risco / segurança”, discernindo muito bem quando deverão tomar decisões mais “ousadas / verticais” no seu quotidiano ou quando deverão privilegiar as opções mais “certas / laterais”;

• Faço votos de que empreendam uma atitude corajosa ao longo das suas vidas, condição que os conduza à criação de muitas “oportunidades” de sucesso, com um subsequente bom aproveitamento;

• Agradar-me-á, especialmente, que estes “nossos meninos / homens” pautem a sua conduta por uma postura muito forte no que respeita à capacidade para executar rápidas “transições” dos momentos “maus / perdas” para os momentos de “alegria / conquista”.

Atrevo-me, ainda, a replicar neste texto os meus votos endereçados no ano passado, consciente que estou que os mesmos continuam válidos. Assim, reitero o meu desejo de que os nossos atletas:

• Façam uma “pressão alta” na perseguição dos seus objectivos de vida;

• “Ocupem bem o seu espaço” enquanto figuras da sociedade cumpridoras dos seus deveres e usufruidoras dos seus direitos;

• “Dêem largura” ao seu conhecimento no que respeita à assimilação de competências indispensáveis para o cumprimento da sua vivência profissional, familiar e social;

• Perante o insucesso em determinada situação, consigam “levar o jogo para o outro flanco”, de modo a contornarem esse problema;

• Consigam “criar superioridade numérica”, conjuntamente com os seus familiares e amigos, para a resolução dos seus problemas e para rejubilar com as suas alegrias;

• Sejam capazes de “sair de situações de pressão” que a vida, inevitavelmente, lhes criará;

• Privilegiem a “solidariedade” com todos aqueles que o jogo da vida conduziu a um cenário de “desigualdade”; e

• Adorem fazer parte das “diferentes equipas” cujo percurso de vida individual os leve a “rubricar contrato”.

Quero sublinhar, por fim, que estes meus votos estão envoltos em alguma parcialidade, atendendo que os mesmos são, apesar de tudo, mais orientados para todos os jogadores (e treinador) com os quais tive a felicidade de “compartilhar o balneário” nestes meus três anos e meio de clube.



Saudações natalícias,



José António Moreira

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Gandra, 2 - Sport Clube Nun' Álvares, 3

Onze inicial
Fábio
Filipe
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Bruno
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Fábio Rocha
Chaneto
Suplentes
Nuno
Alexandre
Tiago
Cadani
Substituições
Bruno > < Alexandre 26'
Filipe > < Cadani 44'
Chaneto > < Nuno 75'
Rúben > < Tiago 86'
Disciplina
Amarelos:
Paulinho 60'
Rui Sousa 69'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ª Parte
1 - 0  3'
1 - 1  14'  Auto-golo
2ª Parte
1 - 2  48'  Nunes
2 - 2  70'
2 - 3  75' Paulo Marques (gp)

Apreciação da Equipa
Foi com especial agrado que registei esta vitória em Gandra, no jogo de ontem, uma vez que a mesma encerra uma tremenda resposta dos meus jogadores, após um desaire a meio da semana contra o Alpendurada e na medida em que permite confirmar (com todo o respeito que o nosso opositor nos merece) a nossa superioridade em matéria de qualidade de jogo. Sublinhe-se que, no jogo de abertura do campeonato, em nossa casa, tínhamos perdido por 2-0, não obstante o bom jogo realizado.


Sabemos de antemão que o futebol é muitas vezes ingrato em termos de resultado final, de maneira que ficamos muito satisfeitos quando vemos o “jogar” que defendemos e que procuramos incutir nos nossos jovens ser traduzido numa vitória.

Com efeito, a partida de ontem revelou-se uma das mais bem conseguidas pela nossa equipa, a qual se superiorizou ao seu oponente em todas as nuances do jogo. Praticámos um futebol de excelente qualidade, sendo capazes de construir um leque de jogadas cuja aplicação envolvia sempre vários intervenientes, condição que remete para a apreciável qualidade táctica e técnica e para o sentido colectivo dos nossos jovens.

Fico feliz por sentir que os meus jogadores se revêem no futebol praticado, circunstância que lhes dá alento para almejarem subir na tabela classificativa. Volto a insistir que temos valia para discutir o resultado em qualquer campo, parecendo-me indiscutível a capacidade que estes jogadores têm evidenciado no que toca à correcta interpretação dos vários momentos do jogo.

O jogo de ontem é dos jogos mais equilibrados (pela positiva) em termos exibicionais, parecendo-me injusto destacar qualquer jogador, registando, apenas, a estreia do Cadani (óptima exibição, a confirmar a sua valia) e o facto caricato de termos um jogador na equipa (Fábio Rocha) que teima em mandar bolas ao ferro das balizas adversárias (tenho que ter uma conversa séria com ele :-)).

No que concerne às questões tácticas do jogo, devo dizer que fomos muito pressionantes, obrigando, quase sempre, o nosso adversário a perder a bola rapidamente, sendo capazes – quando em posse – de fazer uma óptima circulação de bola, quer em largura, quer em profundidade, fazendo uso de uma excelente leitura no que se reporta à “destrinça” entre jogar no risco ou em segurança.

Ofensivamente, conseguimos sair em construção curta pelos laterais, mobilizando, de seguida, um conjunto de jogadores para a consecução de linhas de passe, condição que nos permitiu transportar a bola de pé para pé, até ao terço de terreno ofensivo, criando inúmeras oportunidades de finalização. Estivemos muito disponíveis para a criação de superioridade numérica na zona da bola e para a abertura de espaços (verticais e em largura), levando-nos a deter uma fatia imensa da posse de bola. Ainda assim, podemos ser mais assertivos na tarefa de fazer o último passe e de finalizar.

Defensivamente, fomos capazes de anular uma grande parte das jogadas do Gandra, previamente à sua entrada na nossa grande área, decorrente de uma agressividade defensiva muito boa e de um bloco coeso e subido. Essa pressão levou a que os nossos antagonistas perdessem a bola de forma célere.

Desta feita, sinto-me muito feliz pelo comportamento dos meus jogadores, intercedendo para que eles comprovem a crença que tenho neles e que tenho, reiteradamente, vincado aqui neste espaço.

Estou certo que vamos causar “muitos estragos” nesta segunda volta!


Saudações desportivas,


José António Moreira

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sport Club Nun´Álvares,2 - Alpendurada, 3

Onze inicial
Fábio
Ricardo
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Paulo Marques ( Cap)
Rúben
Fábio Rocha
Pedro Costa
Guedes
Nuno
Suplentes
Ricardo
Bruno
Alexandre
Chaneto
João Costa
Tiago
Filipe
Substituições
Ricardo > < Chaneto 41'
Nuno > < João Costa 41'
Ruben > < Filipe 68'
Rui Sousa > < Alexandre 78'
Disciplina
Amarelo:
Paulo Marques 32'
Pedro Costa 54'
Nunes 61'
Guedes 90'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ª Parte
1 - 0 28' Pedro Costa
2ª Parte
1 - 1 61'
1 - 2 76'
1 - 3 78'
2 - 3 87' Guedes


Apreciação da Equipa
A partida de ontem veio-se a revelar a de mais difícil “digestão” para mim, na medida em que eu acreditava num óptimo jogo da nossa equipa e subsequente vitória, levando em linha de conta o momento do nosso grupo, quer em matéria de quantidade, quer no que toca à qualidade do nosso plantel disponível.


Foi mais “sofrível”, ainda, tendo presente a boa primeira parte realizada pelos nossos jogadores, que deixava aventar um resultado positivo.

Com efeito, na primeira metade do encontro, nós fomos pressionantes, com óptimas transições defensivas, ganhando rapidamente a posse de bola e construindo, de seguida, grandes jogadas resultantes de uma organização ofensiva muito boa. A tarefa de conquista rápida da bola muito se devia a um trabalho aplicado de todos os sectores, incluindo o ofensivo, sendo capazes de, uma vez ganha a posse de bola, empreender uma mobilidade apreciável que concorreu para a criação de imensas acções de penetração, com a produção de um conjunto robusto de situações de finalização, as quais deveriam ter convergido num resultado expressivo ao intervalo.

Infelizmente, tal não aconteceu, tendo-nos revelado muito perdulários e apenas marcando por uma vez, quadro que não traduzia a nossa superioridade nessa fase da partida.

Nesta nossa avalanche ofensiva, canalizámos muito do nosso jogo pela ala direita, facto que conduziu a uma sobrecarga do nosso excelente jogador Rúben, sendo certo que muitas dessas jogadas não tiveram a melhor sequência porque este nosso atleta não estava a ter tempo de recuperar no hiato que mediava entre uma e outra acção. Pode-se perguntar porque é que não alternámos esse sentido, mas o objectivo de uma equipa também passa por chegar ao destino desejado (leia-se baliza adversária) pelo “caminho” que se mostrar em melhores condições.

Em suma, fizemos uma excelente primeira parte, em todas as nuances do jogo, levando a que as acções do Alpendurada culminassem em situações de reduzido perigo para a nossa baliza, morrendo, muitas delas, na malha do fora-de-jogo.

Não obstante, deu para perceber que o nosso antagonista tinha valor, realidade para a qual os jogadores foram alertados ao intervalo, sendo relevado o facto de termos que manter a mesma atitude, sob pena de virmos a ter dissabores.

Importa registar, dada a pertinência para esta apreciação, que, pouco antes do intervalo, retirei da partida o Ricardo e o Nuno, em troca pelo Chaneto e pelo João Costa, numa óptica de gestão das substituições que é prática na equipa, e não, obviamente, pela má prestação dos atletas substituídos.

Devo reforçar que, no meu ponto de vista acreditava (e acredito) que os dois jogadores que entraram dariam garantias para que a nossa equipa se mantivesse com a mesma toada, porém, na segunda metade, tal não viria a suceder. Compete-me, igualmente, expressar aqui a minha impressão sobre a diferença de prestação da equipa em cada uma das partes do jogo, uma vez que pairou no ar a ideia de que muito se deveu às substituições feitas pelo treinador. Por conseguinte, sinto-me no dever de defender “a minha dama” e, acima de tudo, a dos atletas que entraram.

Tudo isto não tem que ver com as palavras de alguns adeptos, até porque – apesar de todo o respeito que me merecem – não se espera que alguns deles sejam capazes de deter um conhecimento sobre algumas matérias que os nossos jogadores, esses sim, têm a obrigação de dominar. Assim, respeito, mas não aceito que uma parcela dos nossos jovens tenha questionado a realização das substituições em apreço, fazendo fé no valor que o Chaneto e o João possuem e o que é a prática corrente da equipa em termos de trocas de jogadores durante as partidas.

Aliás, em bom rigor, foram esses mesmos jogadores que “queimaram” o seu treinador e os seus colegas que entraram em campo, por via da mudança de atitude que tiveram da primeira para a segunda metade do encontro. Sim, porque, após o intervalo, não conseguimos obstar à entrada forte do nosso opositor, mostrando-nos apáticos e desgarrados, atitude que impediu que continuássemos a dominar o jogo.

Deixámos de ser agressivos nas transições defensivas e escusámo-nos a executar as coberturas ofensivas e defensivas com o mesmo perfeccionismo vislumbrado na fase primeira da partida, ou seja, o sentido colectivo e a entrega dissiparam-se e, naturalmente, o rumo da partida inverteu-se. As ligações entre sectores não funcionavam; as saídas em construção curta culminavam, quase sempre, em passes errados; não conseguíamos ter a posse de bola por muito tempo; não éramos capazes de desorganizar o sistema defensivo contrário; o nosso jogo não tinha a mesma amplitude; os passes verticais não entravam; a circulação de bola começou a ser feita apoiada em exagerados toques por parte de alguns jogadores; a destreza na melhor leitura para cada momento fraquejou…

Por conseguinte, acabámos por perder o jogo, reagindo apenas nos minutos finais, o que serviria, somente, para reduzir a desvantagem.

Tenho que sublinhar que toda a equipa, na primeira parte, esteve muito bem, sendo que, na totalidade do jogo, realço a abnegação sempre presente do Rúben, mas permitam-me destacar a exibição do (juvenil) Guedes. Este jovem atleta teve uma atitude defensiva impressionante, acompanhada pela sua já conhecida qualidade em termos ofensivos.

O Guedes tem-me vindo a surpreender favoravelmente pela sua vontade em contornar uma das suas pechas: o jogo defensivo, certo que está que a sua classe atacante só poderá ser valorizada se auxiliada pela disponibilidade nos momentos de defender. Este jogador foi o que melhor interiorizou o momento da transição defensiva!

No resto, aquele golo que apontou não está ao alcance de todos; é daquelas situações que quem dominar o jogo percebe que temos que dar um “corte” na bola para ela entrar no poste mais distante; e a sua execução foi perfeita! Agradeço ao Guedes a sua entrega neste jogo! Por ele, o treinador e os seus colegas não tinham sido criticados, porque ele deu tudo para manter a mesma bitola evidenciada na primeira parte!

Nestes termos, tenho que reconhecer que esta derrota foi um duro golpe no caminho que traçámos, mas temos que dar a volta por cima já em Gandra, conscientes de que ainda podemos fazer muitas coisas interessantes.

Volto a insistir que aprecio muito estes jogadores e que estamos mais fortes do que nunca! E os resultados irão traduzir isso!


Saudações desportivas,


José António Moreira

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Cête, 1 Sport Club Nun' Álvares, 3

Onze inicial


Fábio
Filipe
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Alexandre
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Fábio Rocha
Tiago
Suplentes

Ricardo (Juvenil)
Guedes (Juvenil)
Bruno
Ricardo
Vasco (Juvenil)
Nuno

Substituições

Alexandre > < Guedes 42'
Filipe > < Ricardo 42'
Tiago > < Nuno 42'
Rúben > < Vasco 81'
Paulo Marques > < Bruno 86'


Disciplina

Amarelo:

Paulo Marques 73'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

1 - 0  5'

1 - 1  15' Rúben

1 - 2  40'  Pedro Costa

2ª Parte

1 - 3 63' Pedro Costa



Apreciação da Equipa

Só faltam – no mínimo – mais sete vitórias!


Enquanto não mudarem esta história das vitórias é uma chatice, porque a malta gosta de ganhar…e, felizmente, tal aconteceu no último sábado, em Cête, sendo alcançada uma vitória que me parece incontestavelmente merecida, traduzindo uma clara superioridade da nossa equipa.

Num campo cujas dimensões não acautelam as nossas referências de jogo, soubemos, porém, impor-nos por via de uma atitude excelente, evidenciando uma enorme vontade de sairmos dali com um resultado positivo, no sentido de nos começarmos a acomodar numa posição da tabela classificativa mais consentânea com o nosso real valor desportivo.

Fomos traídos, logo nos primeiros minutos de jogo, por uma infelicidade por parte do juiz da partida na análise errada a um lance que resultou no golo do nosso opositor, circunstância que soubemos contornar muito bem, não nos desviando dos nossos intentos, vindo a ser premiados, assim, com uma justa vitória nesta partida.

Devo dizer que todos os jogadores em campo se exibiram a níveis muito apreciáveis, mas será justo destacar as exibições do Pedro Costa e do Nunes, muito bem acompanhados pelo Fábio Rocha, pelo Rúben e pelo Rui Sousa. Gostei, igualmente, das prestações do Ricardo e do Filipe, este último revelando-se, para mim, uma agradável surpresa a sua assiduidade aos treinos e a evolução que tem registado. Parabéns Filipe! Cumpre-me, também, enaltecer a postura do nosso guarda-redes (Fábio), o qual tem mostrado que podemos contar com a sua vontade de treinar e jogar, jamais nos “abandonando” nesta nossa “saga”!

Com efeito, o Nunes esteve “em todas”, fazendo uma leitura excelente da maior parte dos lances, facto que permitiu que este jogador anulasse uma fatia imensa do caudal ofensivo do Cête. O Pedro Costa reiterou a boa forma que tem patenteado ao longo desta época, ocupando (desta vez) a posição 9 com uma entrega e uma dinâmica que desorganizaram por completo o nosso antagonista. A nossa vitória muito se deve a este atleta!

Deixo, por último, uma palavra para o Paulo Marques, apenas para me “atrever” a classificá-lo como o melhor jogador desta nossa série, classe que pode ser, naturalmente, melhorada, principalmente, em matéria disciplinar, quando o nosso capitão seguir todos os ensinamentos que lhe são carinhosamente recomendados pelo seu treinador.

Termino, reiterando aqui os elogios que já fiz no passado no que concerne à crença que tenho na qualidade destes jogadores, sendo que acredito, sinceramente, que a segunda volta vai-nos deixar consolidar as nossas capacidades futebolísticas, condição que, cumulativamente, nos vai “guindar” para os lugares cimeiros da tabela classificativa.

Gostaria de sublinhar, todavia, que não acho que este tenha sido o nosso melhor jogo, só porque o ganhámos; já jogámos bem melhor, mas perdemos. Contudo, foi importante para motivar o grupo e as condições do campo não favoreciam as nossas “boas práticas”.

É um gosto ser vosso treinador!

Temos pela frente, no mínimo, mais sete vitórias! Vamos lá rapazes!


José António Moreira


domingo, 21 de novembro de 2010

S. C. Nun´Álvares, 2 Marco 09, 3

Onze inicial
Fábio
Ricardo
Paulinho
Nunes
Rui Martins
Alexandre
Rubem
Nuno
João Costa (Cap)
Fábio Rocha
Pedro Costa
Suplentes
Filipe
Guedes
Bruno
Ricardo
Substituições
Rui Martins > < Guedes 40'
Alexandre > < Filipe 68'
Ricardo > < Bruno 87'
Disciplina
Amarelos:
Rui Martins 38'
Ricardo 75'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ª Parte
0 - 1 42'
0 - 2 47'
2ª Parte
1 - 2 60' Guedes
1 - 3 62'
2 - 3 80' Nuno

Apreciação da Equipa
Nesta jornada regressou o nível exibicional a que estes jovens nos habituaram, não obstante a derrota ocorrida neste jogo contra o Marco, demonstrando que a postura em Sobrado constituiu uma excepção ao que tem sido a nossa regra.


Pena foi que tenhamos incorrido em alguns erros defensivos, que concorreram para a nossa derrota, mas, o mais importante, foi que os atletas envolvidos reconheceram que esses erros resultaram da não aplicação, naqueles lances, da nossa matriz de jogo.

Em termos positivos, cumpre-me realçar os argumentos que esta equipa vai esgrimindo em matéria de construção de uma série de jogadas que requerem um forte sentido colectivo e uma apurada capacidade dos intervenientes, realidade que me alegra sobremaneira.

Estou plenamente convencido que vamos sedimentar a nossa valia no que resta do campeonato, seguro que estou do crescimento desta equipa e do maior equilíbrio que a mesma vai arrecadar com o término da suspensão de alguns atletas e com a chegada de mais um óptimo reforço para o grupo (Cadani).

Foi com agrado que recolhi as apreciações positivas que foram feitas à nossa equipa, por parte do treinador do Marco e do seu Presidente, “Mister” Alves, que aproveitou para ver o crescimento de alguns atletas seus conhecidos.

Com efeito, quando se ouve elogios, mesmo perdendo, tal é evidenciador de que a equipa patenteia qualidades que são importantes para o desenvolvimento destes jogadores, sendo certo que – sem prejuízo da vontade que se tem de se obter vitórias – é esta a realidade que melhor servirá os interesses de quem quer evoluir nesta modalidade desportiva.

Neste jogo com o Marco destaco a equipa no seu todo, não me parecendo que alguém se tenha destacado dos seus colegas. Tivemos excelentes lances de alguns jogadores, mas que ainda foram combinados com coisas menos boas, facto que esbateu a exibição no seu todo.

Em suma, entendo que vamos evoluir para resultados e posição na tabela classificativa mais consentâneos com o nosso valor, conscientes de que a prevalência deve incidir na melhoria de aspectos que acabam por não deixar as nossas boas exibições traduzirem-se em vitórias.


Reitero, aqui, o prazer que me dá verificar o crescimento de todos aqueles que querem evoluir favoravelmente na prática desta modalidade, cenário que confere muito alento a quem trabalha nesse sentido.



Saudações desportivas,



José António Moreira

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

SOBRADO-5 NUN'ÁLVARES-0

Onze inicial
Bragança
Pedro Costa
Paulinho
Nunes
Xaneto
Miguel Sousa
Ricardo
Fábio Rocha
Tiago
João Costa (Cap)
Filipe
Suplentes
Fábio
Pedrinho
André
Bruno
Nuno
Substituições
Filipe > < Nuno 30'
Ricardo > < Pedrinho 30'
Tiago > < André 75'
Miguel Sousa > < Bruno 81'

Disciplina

Amarelos:
Fábio
João Costa
Chaneto
Vermelho:
Chaneto 70'

Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
1 - 0  21'
2ª Parte
2 - 0  67'
3 - 0  70'
4 - 0  78'
5 - 0  86'
Apreciação da Equipa
Este jogo revelou-se o menos conseguido por parte da nossa equipa, não tendo sido capazes de trazer para esta partida a nossa matriz de jogo, para além de que a a atitude de grande parte dos nossos atletas deixou muito a desejar.
Não é, por certo, este o caminho que que queremos "pisotear", pelo que deixo aqui um alerta para quem pensa que, porventura, poderão ser dados facilitismos em função de resultados desfavoráveis.
Nós temos uma boa equipa - que ainda irá ser reforçada no próximo mês, com a entrada do "CADANI" -, de maneira que antevejo muitos cenários positivos para esta época.
Não se esqueçam que o principal objectivo passa por acrescentar competências ao vosso manancial, de molde a preparar-vos para a transição difícil para o escalão sénior.
Por tudo isto, espero que a equipa reaja positivamente a este mau jogo e que retire os ensinamentos devidos, por forma a eliminar a possibilidade de o mesmo voltar a ocorrer.
Escusado será dizer que continuo a gostar muito de vocês e a acreditar nas vossas capacidades! Temos aí dois jogos à porta muito importantes!

Um abraço,

José António

domingo, 7 de novembro de 2010

Sport Club Nun´Álvares 1- Sobreirense 2

Onze inicial
Fábio
Pedro Costa
Paulinho
Nunes
Xaneto
Alexandre
Filipe
Paulo Marques (Cap)
João Costa
Fábio Rocha
Guedes
Suplentes
Ricardo (Gr Juv)
Ricardo
Tiago
Pedro
Vasco
Bruno
Claudio
Substituições
Filipe < > Pedro 32'
Alexandre < > Vasco 46'
João Costa < > Ricardo 72'
Disciplina
Amarelo >Paulinho
              > Fábio
              > Fábio Rocha
Vermelho > P. Marques, 86'

Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
1 - 0 - Pedro 38'
1 - 1 - 45'
2ª Parte
1 - 2 - 85'

Apreciação da Equipa
Derrota? Não, foi mais uma grande vitória!
O jogo deste sábado promoveu uma ambivalência de sentimentos, na medida em que a tristeza da derrota foi, para mim, ultrapassada por outros cenários que, no meu ponto de vista, são merecedores de uma valorização mais acentuada.

Quero com isto dizer que a carga negativa sempre adstrita à derrota foi muito bem anulada pela qualidade de jogo evidenciada pelos nossos atletas, para além do gesto que tiveram relativamente ao meu aniversário, o qual vai ficar bem guardado no meu álbum de recordações marcantes.

Sem querer retirar mérito à vitória do Sobreirense, entendo que nenhum dos espectadores presentes no jogo em apreço, minimamente habilitado para se pronunciar sobre futebol, será capaz de me contradizer no que respeita ao facto de eu considerar que a nossa equipa exibiu um leque de competências neste jogo bem mais robusto do que o do nosso antagonista. Os nossos jovens delinearam um conjunto de jogadas que tem subjacente um punhado de princípios de jogo que já fazem parte do nosso ADN.

Pode passar despercebido a quem está por fora, mas a diferença de qualidade do nosso jogo para o adversário (que é só o líder da nossa série) resulta de muito rebater em questões que julgamos serem as que melhor servem os propósitos do clube e, naturalmente, dos nossos jovens.

O mais difícil começa a ficar instituído, ou seja, estes jogadores acreditam nestes “valores” e fazem tudo para os aplicar na melhor perfeição possível, sendo certo que, felizmente, ainda têm muito para aprender e para aperfeiçoar.

O Fábio é hoje um guarda-redes mais equilibrado, facto resultante da sua maior concentração e vontade de fazer bem as suas tarefas, enaltecendo-se a sua atitude nos treinos: assiduidade e aplicação.

O Nunes e o Paulinho têm evoluído a olhos vistos, denotando uma vontade imensa de obstar aos seus aspectos menos conseguidos. Os meus parabéns para eles.

O Chaneto internalizou que tinha que mudar o seu comportamento disciplinar e já me convenceu de que é capaz; veja-se a sua postura nesta partida!

O Pedro Costa tem-se revelado como a surpresa da época, tal têm sido os seus níveis exibicionais, e a jogar em várias posições! É um atleta que tem acomodado uma inteligência e uma dinâmica que o transformaram num dos melhores jogadores da equipa! Isto é de jogador!

O Paulo Marques tem sido capaz de expurgar as suas enormes potencialidades; posso afirmar que ele é um jogador cujas valências que se pedem a um jogador que joga na sua posição estão lá todas, e a níveis bem altos! É um jogador que merece todo o meu empenho numa perspectiva de não hipotecar o seu futuro desportivo por via de aspectos, por vezes, banais.

O Fábio Rocha tem-se assumido como uma mais-valia para a nossa equipa, conferindo-lhe um acréscimo significativo de qualidade, ajudando a que o nosso meio-campo assuma as rédeas dos jogos – como bem gostamos –, para além do enorme sentido de grupo que tem patenteado.

O Rúben delicia-nos com a sua evolução rápida: muita concentração táctica, forte sentido colectivo e…muitos comentários nos treinos que nos fazem rir… :-)

O João perdeu alguma velocidade – o que é uma pena – mas a sua atitude competitiva é excelente, dando tudo em prol da equipa, como se comprovou neste jogo com o Sobreiense que o seu esforço desmedido o levou a contrair cãibras e a sair prematuramente da partida.

Não queria deixar de enaltecer o bem que fazem à equipa jogadores como o Alexandre, o Tiago, o Ricardo, o André, o Dani, o Bruno e o Salvador! A nossa equipa tem estado muito bem nos jogos realizados, muito graças a estes jogadores, porque têm dado maior competitividade aos treinos e, desta feita, têm contribuído para o crescimento de todos. Estou a torcer para que me dêem muitas “dores de cabeça”, sendo certo que alguns deles já são muitas vezes titulares (veja-se o caso do Alexandre). Gosto muito deles!

A presença assídua de jogadores dos juvenis será uma constante ao longo da época, porquanto contamos com a colaboração do meu colega, Rui Teixeira, em matéria de entendimento do que melhor corresponde às ambições dos nossos jogadores e do clube. Temos rapazes nos juvenis com muita qualidade e, ainda nesta partida, obtivemos o nosso golo através do Pedrinho, que respondeu da melhor maneira a um excelente passe do Fábio Rocha. Uma palavra para qualidade do Guedes, que irá merecer muito trabalho dos treinadores para que a mesma se traduza em resultados práticos para as partes interessadas (clube e jogador).

Em suma, temos muita qualidade na formação, o que nos faz dar por bem empregue o tempo que empregamos ao longo do fim-de-semana no seu acompanhamento. É uma felicidade para mim estar inserido nesta “família”! Digo-o com toda a sinceridade!

Eu queria terminar com o facto que me marcou mais neste sábado e que tem que ver com a surpresa que os meus jogadores me fizeram no final da partida, apresentando um bolo e cantando-me os parabéns! Este tipo de acções destes jovens não se conquista do dia para a noite! Senti-me muito orgulhoso e emocionado!

Já agora, fica aqui aquilo que eu não consegui proferir antes do jogo: eu sou mais feliz, neste momento (aos quarenta anos), muito também graças ao facto de poder colher o vosso respeito e a vossa amizade!



Obrigado a todos!



José António

domingo, 31 de outubro de 2010

União do Sousa 1 - Sport Club Nun´Álvares 1

Onze inicial
Fábio
Dani
Paulinho
Nunes
Pedro Costa
Paulo Marques (Cap)
Ruben
Guedes
João Costa
Fábio Rocha
Filipe
Suplentes
Ricardo (Gr Juv)
Alexandre
Ricardo
Tiago
Salvador
André
Pedro
Substituições
Filipe < > Alexandre 43'
Dani < > Ricardo 43'
Fabio Rocha < > Pedro 72'
João < > Tiago 87'
Disciplina
Amarelo > Paulo Marques 42'
                 Fábio Rocha 60'
Vermelho > Ruben 75'
Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
0 - 1 - Ruben 17'
1 - 1
2ª Parte
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APRECIAÇÃO DA EQUIPA

Mais um grande jogo da nossa equipa, apesar das dimensões do terreno não favorecerem os nossos princípios de jogo. Esta contrariedade foi compensada com uma atitude fabulosa destes rapazes, nomeadamente na segunda metade do encontro.


Se, na primeira parte, o resultado de um empate a uma bola se ajustava ao que se tinha passado nessa fase da partida, o nulo verificado na segunda parte foi deveras lisonjeiro para os nossos antagonistas, tantas foram as oportunidades de golo criadas.

Conseguimos, não obstante a inferioridade numérica, encostar o União de Sousa à sua zona defensiva, sendo capazes de pressionar alto e remeter grande parte do nosso jogo para as nossas zonas intermédia e ofensiva, graças a uma agressividade defensiva muito apurada e a uma circulação de bola forte, muito inspirada na mobilidade dos nossos jogadores e nas coberturas ofensivas aplicadas a preceito.

É agradável ser treinador de uma equipa assim, que procura expurgar sempre as linhas orientadoras do seu jogar, circunstância que nos permitirá elevar os índices de exigência em termos tácticos e técnicos, sendo certo que tal se repercutirá favoravelmente no crescimento de todos e, consequentemente, no crescimento da nossa equipa.

Tudo isto se traduzirá, naturalmente, em muitos resultados positivos, estando crente de que vamos ser capazes de fazer parte do grupo de equipas que andará na frente da tabela classificativa.

Cumpre-me destacar as excelentes exibições do sector defensivo, particularmente do Paulinho, do Nunes e do Pedro Costa. O Paulo Marques – mesmo sem atingir, na primeira parte, a bitola dos primeiros jogos – voltou a confirmar que é um atleta acima da média (aquele remate de pé esquerdo ao poste é bem elucidativo disto). O Juvenil Guedes voltou a mostrar que pode ajudar bastante esta nossa equipa. O Alexandre entrou muito bem no jogo. O Rúben marcou um bom golo…e foi expulso injustamente!

Bom, rapazes, espero que continuem a surpreender-me positivamente, de modo a potenciar a nossa alegria nos treinos e nos jogos, uma vez que o relacionamento entre todos é muito bom.

Eu tenho muito orgulho em vocês!

Saudações amizo-desportivas,


José António

domingo, 24 de outubro de 2010

Sport Club Nun´Álvares 3 - Rio Moinhos 0

Onze inicial
Fábio
Dani
Paulinho
Nunes
Pedro Costa
Paulo Marques (Cap)
Ruben
Guedes
Fábio Rocha
João Costa
Pedro
Suplentes
Alexandre
Filpe
Ricardo
Tiago
Nuno
Bragança
Miguel Sousa
Substituições
Dani < > Miguel Sousa 35'
Pedro < > Nuno 40'
Guedes < > Ricardo 75'
Fábio Rocha < > Alexandre 87'
Disciplina
Vermelho > Nuno, 82'
Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
1 - 0 - Fábio Rocha 40'
2ª Parte
2 - 0 - Guedes 67'
3 - 0 - Paulo Marques 90'

Apreciação da Equipa
Neste quarto jogo do campeonato os nossos jovens voltaram a exibir-se a um nível muito apreciável, demonstrando enorme vontade de jogar bem e ganhar, contra uma equipa do Rio Moinhos cuja exibição deixou perceber que se trata de uma das boas equipas deste campeonato.
Como está escrito nos "nossos livros", tentámos desde cedo pegar nas rédeas do jogo, acção que não foi facilitada pelo nosso antagonista, por via de uma defesa agressiva e um futebol mais directo que nos causou alguns sobressaltos na primeira metade do encontro, para além de que o vento que se fazia sentir auxiliou essas acções do adversário.
Ainda assim, acabámos a primeira parte a vencer graças a um golo do Fábio, sendo que o remate vitorioso do nosso atleta contou com a menor inspiração nesse lance do guarda-redes do Rio de Moinhos.
Na segunda metade da partida o nosso ascendente foi mais notório, acomodado no desempenho que alguns jogadores tiveram em matéria de coberturas ofensivas, acções de penetração e de mobilidade. A qualidade das nossas zonas intermédia e ofensiva sobressaía cada vez mais, contando com a profundidade que os laterias estavam a conferir à equipa, particularmente o Pedro Costa.
Não foi, então, de estranhar o aparecimento do segundo golo, resultante de uma tabela entre o Nuno e o Guedes, tendo este último - de forma muito competente - se interposto entre o defesa e a bola, ganhando assim posição para se esgueirar para a baliza e finalizar com a mestria que este atleta já nos habituou.
Já no final do encontro, o Paulo Marques fechou a contagem do jogo, vendo premeada mais uma bela actuação. Este jogador tem crescido bastante em termos de jogo colectivo e actuação disciplinar, factos que, aleados à sua enorme valia técnica e física, levam a rotulá-lo como um jogador acima da média para a nossa escala.
Com efeito, merece, então, saliência o nosso triângulo do meio-campo, na medida em que, não obstante todas as outras tarefas empreendidas, foram eles os autores dos três golos da partida.
O nosso "tridente" atacante também esteve em bom plano; o João com mais uma actuação muito esforçada e direccionada para o colectivo; e o Rúben, que correu quilómetros, sempre em prol da correcta execução das acções adstritas à sua missão em campo. O juvenil Pedrinho cumpriu bem o seu papel e o seu substituto (o Nuno) esteve presente no segundo golo, mas depois comprometeu a equipa ao ser expulso no decurso de uma agressão ao adversário. Assim não, Nuno! Tu sabes que esse tipo de procedimentos não cabe na nossa equipa e, como tal, vais ser agora "castigado" tendo que assistir às nossas partidas de fora.
No nosso sector defensivo, destaco a actuação do Juvenil Miguel Sousa (muita intensidade, que o faz acompanhar o ritmo destes jogos dos juniores) e do Pedro Costa (mais uma vez, muito bem, neste caso a "tapar o buraco" no lado esquerdo da defesa). O Nunes e o Paulinho tiveram uma exibição muito dedicada, mas eu exijo mais destes belos jogadores. Ainda podemos melhorar as coberturas e as transições defensivas.
Por conseguinte, estou muito satisfeito com a postura destes jovens até ao momento. Eles até já são capazes de treinarem sozinhos! Estou, igualmente, curioso para verificar se somos capazes de nos impormos no campo de adversários do cimo da tabela classificativa, até porque os nossos princípios passam por aí.
Estámos a construir uma bela equipa!
Destaco, por fim, o comportamento do "nosso capitão" da época passada (Márcio) e actual jogador dos seniores do clube, o qual se deslocou, no final do encontro, ao nosso balneário para cumprimentar os nossos jovens! Obrigado Márcio; outra coisa não esperaria de um homem como tu! Muitas felicidades para ti!

Vamos continuar na mesma toada rapazes, para continuarmos a ser felizes!

Saudações desportivas,  

José António

domingo, 17 de outubro de 2010

Baltar 4 - Sport Club Nun´Álvares 4

Onze inicial
Fábio
Dani
Paulinho
Nunes
Xaneto
Pedro Costa
Rúben
Paulo Marques (Cap)
João Costa
Fábio Rocha
Nuno
Suplentes
Alexandre
Filpe
Bruno
Ricardo
Tiagõ
Substituições
Dani < > Ricardo 43'
Nuno < > Filipe 71'
Ruben < > Tiago 83'
Disciplina
Amarelo > Ruben 10' ; Paulo Marques 75' ; Ricardo 87' ; Fábio 90'
Vermelho > Chaneto, 89'
Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
0 - 1 - João 4'
1 - 1 - 11'
1 - 2 - Ruben 20'
2ª Parte
1 - 3 - Paulo Marques 65'
2 - 3 - 68'
2 - 4 - Fábio Rocha 77'
3 - 4 - 83'
4 - 4 - 84'

Apreciação da Equipa
Este empate conseguido em Baltar soube a muito pouco, face ao futebol produzido pela nossa equipa e atendendo ao desenrolar do marcador, no qual estivemos a vencer por 4-2 a dez minutos do final do encontro.
Tínhamos como propósito neste jogo dar continuidade ao resultado e exibição conseguidos na anterior jornada e foi com essa ambição que abordámos esta partida. Este sentimento resultava da qualidade demonstrada pela equipa nos dois primeiros jogos realizados, bem como pela crença e ambição registadas no seio do grupo.
Nessa medida, começámos o encontro com essa força, facto que acabou por traduzir-se num golo madrugador para nós, sedimentando, ainda mais, a nossa confiança. Não obstante a reduzida dimensão do campo, a nossa equipa não se desviou dos seus princípios de jogo e buscou a posse de bola, delineando boas jogadas, contrapondo com o futebol directo do adversário.
Nestes campos pequenos revela-se difícil manter o centro do jogo afastado da nossa baliza, uma vez que, um simples livre em zonas afastadas, pode transformar-se numa situação de perigo para as nossas redes. Embora o Baltar não fosse capaz de se abeirar da nossa área com perigo através de jogadas mais organizadas, acabou por fazer os seus 4 golos por via de 4 lances de bola parada, circunstância que espelha bem as nossas fragilidades neste tipo de lances.
De forma sucinta, quero evidenciar mais uma boa exibição dos nossos jogadores, dando mostras de valências que já requerem sentido colectivo e a aplicação de princípios que queremos ver vincados, como sejam as saídas em construção curta, uma forte posse de bola, uma correcta ocupação dos espaços, mobilidade ofensiva, largura no nosso jogo, combinação de passes em segurança com passes mais em profundidade, uma boa transição defensiva…
Muitas destas directrizes estiveram presentes, num terreno de jogo pouco ajustado (àquilo que deveria ser uma realidade em termos de dimensões) para os jovens colherem com mais facilidade estes ensinamentos.
Pena foi não termos sido capazes de revelar mais solidariedade nos lances de bola parada defensivos, de molde a evitar que o nosso antagonista fizesse disso a sua arma e nos tivesse retirado dois pontos que bem os merecíamos.
Em matéria exibicional, devo registar com agrado as boas exibições do Paulinho (muito bem a defender e a sair para a transição ofensiva); do Pedro Costa (a sua intensidade permite-lhe jogar em muitas posições neste momento); do Paulo Marques (Sempre em muito bom nível a defender e a atacar, marcando mais um bom golo); do Fábio Rocha (excelente atitude e muita classe no golo apontado – facilidade de trabalhar a bola com ambos os pés); do João (bom golo e muita entrega).
Sinto o dever de destacar, ainda mais, a exibição do Rúben, tal foi a entrega nas missões defensivas e a qualidade nas acções ofensivas. Este atleta tem uma postura magnífica nos treinos e nos jogos! Dá um enorme gozo ver um jovem que faz a sua segunda época oficial no mundo do futebol patentear tamanha evolução! Isso só é possível porque ele “ouve” o que lhe transmitem e verte essas palavras para as suas acções em campo! Os meus parabéns para ele!
Estou muito orgulhoso com este plantel e estou seguro de que vamos fazer uma excelente época! Não posso, apesar de tudo, deixar de sublinhar que este mesmo plantel dispõe de um enorme desequilíbrio entre alguns dos seus jogadores, condição que regula fortemente a realização das 5 substituições em alguns jogos, como foi o caso deste jogo em Baltar. Protelaram-se as substituições e a realidade verificada a jusante confirmou que a equipa perdeu muito com a concretização das mesmas.
Ora, os jogadores nestas condições terão que tentar mitigar a desigualdade para com os seus colegas, de modo a poderem ajudar também eles a equipa.
Uma palavra final para a expulsão do Xaneto. Este atleta tinha prometido não ser expulso esta época, mas acabou atraiçoado pela…sua linguagem. O nosso jogador proferiu uns impropérios de desabafo e foi penalizado pelo árbitro por esse facto. Poderá ser considerado excesso de zelo, atendendo que estamos no “Norte” e muitos destes termos são aplicados frequentemente. Naturalmente que não defendo a postura do meu jogador, mas, a atentar pelo que vejo em muitos campos de futebol nesta matéria, leva-me a concluir que muitos árbitros castigam a aplicação destes termos e outros…dizem-nos!

Saudações desportivas,

José António